Editione

The Gold Standard in Scientific Editing

Queremos compartilhar com você nossa experiência sobre escrita científica.

●   Escreva a primeira versão do artigo em português e depois faça a tradução para o inglês. Mesmo que você tenha certo domínio da língua inglesa é importante fazer um rascunho no seu idioma materno. Isso evita copiar e colar segmentos de sentenças de artigos publicados, que muitas vezes não expressam claramente seu pensamento.
●   Escreva claramente a hipótese do seu trabalho. Todo o conteúdo do artigo, sem exceção, deve estar relacionado com a verificação dessa premissa.
●   Selecione o periódico-alvo, preferencialmente, antes de iniciar o trabalho. Isso ajudará você a definir as informações que deverão ser incluídas. Não tente publicar resultados preliminares em revistas exigentes, de alto impacto.
●   Reúna as fontes bibliográficas necessárias para a descrição do trabalho antes de começar a escrever. Selecione referências recentes, com poucas exceções, e evite abundância de autocitações.
●   Faça uma lista de palavras-chaves e depois escreva sentenças em torno desses pontos. O objetivo do artigo é relatar a pesquisa que você desenvolveu, portanto a escrita não deve ser em forma de lição ou proporcionar informações gerais. A sequência dos pontos a serem descritos não precisa ser, necessariamente, na mesma ordem em que os experimentos foram feitos.
●   Amplifique as idéias, mas seja breve e econômico com as palavras. Evite adornar o texto com palavras ou sentenças desnecessárias.
●   Comece escrevendo a Introdução. Embora a maioria dos autores prefira escrever primeiro os Materiais e Métodos, a Introdução estabelece a trajetória do artigo e esclarece a hipótese que deu origem ao trabalho.
●   Evite copiar frases ou parágrafos de artigos publicados. Essa prática caracteriza plágio e resulta num texto confuso, que não expressa corretamente o pensamento dos autores.

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●   A ciência não parte da simples observação dos fenômenos mas da formulação de problemas sobre esses fenômenos. Após observar o fenômeno, uma explicação provisória representando a hipótese é produzida. Embora se relacione com os dados da observação, a hipótese é uma concepção do cientista.
●   Uma vez formulada a hipótese, deduzem-se dela as causas e consequências. Se estas puderem ser verificadas experimentalmente, a hipótese poderá ser comprovada ou rejeitada.
●   Nem todos os artigos relatam os resultados de experimentos, mas observações em populações de pessoas, plantas e animais não submetidos a tratamento algum. Se você executou um trabalho de coleta de dados deve ter tido alguma expectativa sobre o que poderia encontrar - a expectativa é uma hipótese. É inadmissível que alguém possa simplesmente coletar dados sem ter objetivos bem definidos.
●   Considere os seguintes fatos: a) Garcinia huillensis é um arbusto cuja casca é muito usada na medicina popular dos países da África Central para o tratamento da bronquite, pneumonia e dermatite; b) O principal constituinte responsável pela atividade antibacteriana e antifúngica da casca de G. huillensis é uma benzofenona conhecida como garcinol; c) Uma variedade mutante deste arbusto, a qual apresenta teores bastante baixos de garcinol, é muito mais suscetível ao ataque de insetos do que a variedade normal.
●   Os três fatos apresentados, quando relacionados, sugerem que o garcinol possui atividade inseticida, visto que a baixa concentração desta substância na casca favorece o ataque de insetos. Esse processo mental é chamado de indução, o qual permite escrever uma hipótese que pode ser testada experimentalmente. Essa hipótese poderia ser expressa da seguinte maneira: "O garcinol apresenta propriedades inseticidas".
●   Se ficar provado que o garcinol tem propriedades inseticidas, pode-se inferir que essa substância será útil para combater os insetos domésticos, como moscas e mosquitos. A dedução é a aplicação de uma lei provada e aceita numa situação específica.
●   Neste caso também a hipótese surge fácil e naturalmente na seguinte forma: "A benzofenona garcinol mata a mosca doméstica".
●   Uma hipótese leva a outra e é por isso que o conhecimento cresce e a ciência avança.

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●   Confira o escopo do periódico-alvo. O artigo precisa se enquadrar perfeitamente dentro dos objetivos e escopo da revista, caso contrário corre o risco de ser rejeitado sem avaliação.
●   Determine o foco de pesquisa da revista. É importante determinar se a revista prioriza estudos teóricos ou aplicados, pois os objetivos do seu artigo precisam estar em harmonia com os da revista.
●   Determine a audiência da revista. Algumas revistas abrangem um público amplo e multidisciplinar, enquanto outras se dedicam a um público restrito e altamente especializado. Esses aspectos conflitantes são decisivos para a avaliação preliminar do seu artigo.
●   Verifique o fator de impacto (FI) da revista. As agências de fomento privilegiam revistas com FI elevado, pois esse índice determina o grau de visibilidade do artigo e a relevância da publicação para a comunidade científica. Normalmente, as revistas com alto FI são bastante exigentes, portanto antes de submeter um artigo a uma dessas revistas, faça uma autocrítica.
●   Verifique se a revista cobra taxa de publicação. Naturalmente, esse aspecto é relevante quando os recursos são escassos e não significa que o artigo será publicado sem avaliação por peer reviewers.
●   Confira a frequência de publicação. O fato de a revista ser bimestral, trimestral ou semestral, influencia na rapidez da publicação.
●   Faça uma seleção preliminar dos periódicos. Existe um recurso gratuito oferecido pelo JournalGuide que pode ajudar a selecionar os periódicos (https://www.journalguide.com/). Porém, é importante comparar esses periódicos com base nos critérios acima ou em outros estabelecidos pelos próprios autores.

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●   Capture a atenção do leitor. Não existe título mais obscuro e desinteressante do aquele que começa com "Estudos sobre ..." ou "Efeitos do...", pois não diz coisa alguma a respeito da pesquisa. Com tantos artigos para ler, o pesquisador precisa ser seletivo e não vai perder tempo com títulos sem mensagem definida. Se for apropriado, você pode até atribuir humor ao título, porém tenha cuidado, essa estratégia pode não ser entendida por leitores de línguas e culturas diferentes e até mesmo prejudicar os resultados das buscas na Internet.
●   Realce o título nos sites de busca. O artigo precisa conter as palavras certas para aparecer no topo das buscas, portanto evite ambiguidades. A maioria das ferramentas de busca, banco de dados e websites de revistas usarão palavras do título, resumo e lista de palavras-chaves para mostrar seu artigo aos leitores interessados, então esses três elementos são fundamentais para a disseminação da sua pesquisa. Lembre-se que pesquisadores ocupados muitas vezes não lêem mais do que o título e o resumo.
●   Seja breve e simples, o título deve ter no máximo 15 palavras. Um título longo é mais fácil de ser esquecido e tende a desviar a atenção. O poder de síntese é uma ferramenta poderosa no mundo virtual, portanto não use palavras desnecessárias. Menos é mais. Destaque a substância, organismo, técnica ou tipo de estudo, dependendo da finalidade, da audiência e do periódico-alvo. Preste atenção nas normas do periódico-alvo, muitos deles tem exigências específicas a respeito do conteúdo e tamanho do título.
●   Use a hipótese como ponto de partida para o título. Todo o artigo gira em torno da hipótese e o título não é exceção. Produza um título para seu artigo logo no início da escrita e vá modificando na medida que o artigo progride. Pense no título como pensaria no nome do seu bebê, pois ele é parte da impressão geral que você quer criar a respeito do seu artigo.
●   Destaque a importância do trabalho e não tenha receio de usar sinais gráficos. O uso de "dois pontos" ou "hífen" é bastante frequente e pode ser útil quando se quer enfatizar o tipo de estudo ou a técnica empregada. O "ponto de interrogação" é bem menos comum, mas têm aumentado nos últimos tempos. Títulos interrogativos podem chamar a atenção, mas é preciso não esquecer de concluir o artigo respondendo claramente a questão.
●   Não use siglas ou abreviações no título, a menos que isso seja especificado pela revista-alvo. O uso de siglas sem definição normalmente não é permitido no título nem no restante do texto, porém algumas revistas fazem exceção a essa regra quando a sigla é familiar ao público-alvo. Uma mesma sigla pode representar diferentes conjuntos de palavras, portanto não deve ser usada como se fosse exclusiva, porque isso pode gerar muita confusão. Naturalmente, existem siglas e abreviações universais como DNA, LASER, WHO e LED, as quais podem ser aceitas sem definição.

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●   Partes do resumo: Contexto, Métodos, Resultados e Conclusões. Mesmo que a revista-alvo não exija resumo estruturado, siga sempre essa linha de pensamento.
●   Contexto: Essa parte deve ser bem sucinta e conter as seguintes informações: a) o que é conhecido sobre o assunto relatado no artigo; b) os objetivos do trabalho para clarificar aspectos desconhecidos (duas sentenças curtas).
●   Métodos: essa secção deve conter informações breves, mas suficientes, que possibilitem o leitor entender o que foi feito, tais como a técnica empregada e as características da população ou material investigado (duas ou no máximo três sentenças curtas).
●   Resultados: É a parte mais longa do resumo e precisa descrever a descoberta principal do artigo, com apresentação dos resultados numéricos e sua significância estatística. Os achados inesperados também podem ser relatados, desde que não exceda o número máximo de palavras permitidas pela revista (três ou quatro sentenças bem construídas).
●   Conclusão: Essa parte deve ser breve e resumir a contribuição e importância do estudo para o crescimento do conhecimento e pode conter a opinião dos autores sobre as implicações teóricas ou práticas das descobertas descritas. Menção sobre a necessidade de futuros estudos é desaconselhável porque passa a idéia de um estudo fraco e superficial. Uma conclusão robusta exerce atração sobre o leitor e o convida a ler o restante do artigo (uma ou no máximo duas sentenças bem construídas).

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●   Lembre que a Introdução não é revisão da literatura. A introdução está longe de ser apenas um preâmbulo, na qual se faz uma revisão dos fatos relacionados com o seu trabalho e das descobertas que o antecederam.
●   Comece escrevendo o parágrafo principal. A Introdução serve para definir a hipótese que conduziu a realização dos experimentos. Todos sabem que a ciência está baseada nas hipóteses e o mínimo que se espera de um pesquisador é que ele tenha suas hipóteses perfeitamente definidas antes de começar um experimento. Portanto, o principal parágrafo é aquele que contem a hipótese.
●   Introduza os parágrafos acessórios. O parágrafo principal deve ser precedido de um ou no máximo três parágrafos que apresentem a hipótese como uma proposição científica plausível.
●   Faça referência ao trabalho de terceiros. Visto que os fenômenos por nós observados estão, em maior ou menor grau, relacionados com fenômenos observados e analisados por outros previamente, descreva os fatos e descobertas mais relevantes associadas com sua hipótese.

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●   Descreva objetivamente os materiais, equipamentos e seus fornecedores. Os resultados de um experimento dependem muito da qualidade dos materiais e da eficiência dos equipamentos usados.
●   Descreva com clareza os experimentos, mas sem exagerar nos pormenores. Tenha em mente a reprodutibilidade dos experimentos, sendo que qualquer pessoa de nível técnico ou superior deverá ser capaz de repeti-los. Ao revisar o que foi escrito, minimize os detalhes sem prejuízo para a compreensão daquilo que foi descrito.
●   Não omita detalhes importantes. A omissão de aspectos importantes acontece quando se tem muita familiaridade com uma determinada técnica. Peça a um colega que verifique se a descrição feita está suficientemente explícita.
●   Descreva completamente as técnicas novas ou modificações introduzidas em técnicas clássicas. Às vezes uma pequena modificação numa técnica melhora a resolução dos resultados. Parâmetros como temperatura, pressão, concentrações dos reagentes, tempo de reação, etc, são cruciais num experimento.
●   Cite as referências das técnicas empregadas sem modificações. A citação das fontes não só permite o acesso de outros pesquisadores, mas é importante para o reconhecimento dos pesquisadores que contribuíram para o avanço do conhecimento na área específica.
●   Descreva os métodos estatísticos detalhadamente. Explique qual o método empregado para cada conjunto de dados. Não esqueça de incluir informações sobre o poder de estudo, principalmente aqueles que envolvem seres humanos e animais. Se a análise estatística for conduzida com a ajuda de terceiros, especialmente matemáticos, demonstre reconhecimento por esse trabalho tanto nos métodos como nos agradecimentos.

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●   Descreva apenas os resultados. Limite-se à apresentação das descobertas e não relate as metodologias usadas, mesmo que seja de maneira vaga. Quando os Resultados forem combinados com a Discussão, será preciso expor as implicações das descobertas, particularmente com relação a estudos passados e possíveis direções para pesquisas futuras.
●   Minimize os resultados que não tem relação com a hipótese. Os resultados relevantes para a corroboração ou não da hipótese devem ser descritos na sua totalidade. Se um conjunto de resultados não é tão relevante, mas serve para auxiliar na interpretação dos dados, então dedique um pequeno espaço para eles. Se existirem inúmeros resultados sem relação com a hipótese original, é melhor começar a pensar em agrupá-los com o fim de elaborar um segundo artigo ou alterar a hipótese.
●   Destaque as conclusões da análise estatística dos dados. Um dos objetivos da análise estatística é encontrar o melhor valor para representar um conjunto de dados ou as relações entre conjuntos. A avaliação realista da incerteza analítica é imprescindível para a qualidade e credibilidade do estudo.
●   Ilustre os resultados com figuras e tabelas bem construídas. Visto que esses elementos servem para facilitar o entendimento dos resultados, eles devem ser completos e auto-explanatórios. As diferenças e correlações estatísticas devem ser nitidamente definidas através de símbolos convencionais.
●   Projete figuras com boa resolução. As figuras representam as tendências dos dados melhor do que as tabelas, podendo-se observar o crescimento ou redução dos indicadores mais facilmente. Os símbolos usados, bem como o estilo e tamanho da fonte nas legendas das coordenadas, devem ser consistentes em todas as figuras. As legendas que acompanham as figuras devem ser objetivas, mas detalhadas.
●   Planeje bem as tabelas. Os dados que exigem análises precisas e interpretações apuradas são mais bem apresentados na forma tabulada. O título da tabela, bem como as categorias que encabeçam as colunas e fileiras, devem ser claros e conter as unidades de medida.
●   Evite a repetição de resultados no texto, tabelas e figuras. Embora essa é uma das normas básicas da escrita científica, ela é frequentemente ignorada, seja por esquecimento ou descuido.

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●   Inclua todos os argumentos relevantes à hipótese. A discussão não é uma revisão da literatura, mas o espaço onde se revela como os resultados se relacionam com a hipótese. Essa parte exige do pesquisador não somente habilidades descritivas e de síntese, mas também capacidade de raciocínio, interpretação e ponderação.
●   Explique as possíveis causas e consequências das descobertas. Esclareça as implicações teóricas ou práticas das descobertas, comparando com estudos publicados previamente. Os argumentos devem ser organizados em ordem decrescente de relevância para a hipótese. Evite citar trabalhos que não tenham relação com a hipótese. Indique futuras direções para pesquisa naquele assunto especifico.
●   Ordene as idéias e evite ser repetitivo. Não "enfeite" a discussão com palavras ou sentenças desnecessárias, que não contribuam para melhorar as explicações. Cada parágrafo deve ser construído em torno de uma idéia chave e fornecer elementos de ligação com o parágrafo seguinte.
●   Abstenha-se de reescrever os resultados. Não repita os valores numéricos dos dados, pois você pode fazer referência às figuras e tabelas já apresentadas. Indique a diferença entre conjuntos de dados através de expressões como "cinco vezes maior que…" ou "metade do valor de..." ou "60% da atividade da...".
●   Modere as especulações sobre os desdobramentos das descobertas. As especulações são bem-vindas desde que não adentrem os limites da ficção.
●   Realce os aspectos que conferem originalidade e solidez ao estudo. Esse ponto pode influenciar decisivamente o desfecho do artigo. Relatos de estudos que essencialmente repetem trabalhos já desenvolvidos não encontram espaço nas revistas de boa reputação, exceto quando conseguem demonstrar um grau razoável de inovação.
●   Indique as limitações e fraquezas do estudo. Mostre qual foi o recurso utilizado para minimizar os fatores de distorção (vieses). Isso é particularmente importante quando o estudo foi conduzido em condições não-ideais.
●   Conclua a discussão com a mensagem mais importante. Saliente os elementos mais significativos do seu artigo, ressaltando qual a contribuição do trabalho para o avanço do conhecimento. Não introduza novas informações. Algumas revistas exigem que esse último parágrafo forme um item separado denominado Conclusões.

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●   Confira se todas as referências citadas no texto, tabelas e figuras encontram-se na lista bibliográfica. Falhar nesse quesito é demonstração de descuido, portanto não negligencie tal aspecto.
●   Elimine todas as referências desnecessárias. O número de referências bibliográficas deve ser limitado ao mínimo possível - um artigo típico deve conter no máximo 25 citações.
●   Substitua algumas referências a artigos originais por um artigo de revisão. Dependendo do tópico, é possível usar essa estratégia para limitar a bibliografia.
●   Inclua apenas a referência mais recente em vez de citar várias publicações de mesma autoria. Normalmente, os autores citam seus próprios artigos, sobretudo quando se trata de trabalhos relacionados publicados em continuidade. Portanto, é desnecessário citar muitas obras de um mesmo autor.
●   Evite mencionar referências que não possam ser obtidas prontamente. Muitos resumos e palestras apresentados em congressos, simpósios e conferências, bem como dissertações e teses, não estão facilmente disponíveis na web. Então faça citações dessa natureza somente quando não existirem fontes alternativas.
●   Evite citar seus próprios trabalhos profusamente. A menos que você seja um dos poucos especialistas num determinado assunto e os trabalhos realizados por terceiros sejam escassos, a prática de se auto-referenciar confere pouco peso a sua pesquisa.
●   Confira se as informações das referências cuidadosamente. Os nomes dos autores, o título do artigo, os números do volume e páginas devem ser conferidos um por um. A quantidade de erros nas bibliografias é extraordinária e esses erros se propagam na literatura e persistem ao longo do tempo porque a maioria dos autores não se dá ao trabalho de checar as informações.
●   Formate a referências rigorosamente de acordo com o estilo do periódico-alvo. Esse é um quesito fundamental para a avaliação preliminar do artigo pela revista. As chances de o artigo ser devolvido sem passar por peer review aumentam consideravelmente quando as referências fogem do padrão exigido.

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●   Preste atenção aos detalhes. Seja cuidadoso em todas as fases da elaboração do artigo, mas especialmente durante a revisão da versão final, quando você tem a oportunidade de corrigir erros de digitação, inconsistências entre texto, figuras e tabelas, além de ambiguidades na construção das sentenças e expressão das idéias.
●   Siga meticulosamente as Instruções aos Autores. Falha no cumprimento das normas da revista implicará na devolução ou rejeição imediata do artigo. O volume de artigos submetidos excede a capacidade de publicação das revistas, então qualquer motivo é suficiente para descartá-los.
●   Faça a revisão da estrutura da língua inglesa. Contratar profissionais freelance ou agências especializadas é fundamental para a apresentação de um artigo escrito em inglês para assegurar a qualidade gramatical e sintáxica da língua. Alternativamente, pode-se recorrer a amigos, colegas ou colaboradores. Porém, o mais importante é que o responsável por tal tarefa tenha conhecimento específico do tema.
●   Faça a revisão crítica do conteúdo do artigo. As recomendações acima também se aplicam nesse caso. A familiaridade com um tema específico pode levar à omissão de aspectos importantes no artigo, que podem dificultar o entendimento por parte de leitores internacionais, com diferentes experiências, treinamento e educação.
●   Confira a checklist do periódico-alvo. A maioria das revistas publica uma lista de verificação que visa ajudar os autores a cumprir as normas e instruções, então é bom segui-la criteriosamente.

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Não hesite em entrar em contato conosco sempre que precisar de sugestões para melhorar seu artigo.


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